Assombrosa coincidência… Titanic e o Titan.

Você já deve ter visto por aí uma imagem comparando ao Naufrágio do TITANIC com o naufrágio do Costa Concordia na Itália. Mas  o que você não viu, é a semelhança do desastre do Titanic com a obra de um autor lançada 14 anos antes do desastre no atlântico:


Além dessas coincidências, várias características técnicas citadas no livro em relação à estrutura e a capacidade do navio, são próximas às do Titanic:

Semelhanças Titan Titanic
Nome do Capitão Smith Smith
Local do Naufrágio Atlântico Norte Atlântico Norte
Mês Abril Abril
Causa Colisão com Iceberg Colisão com Iceberg
Comprimento 240 metros 269 metros
Tonelagem do Deslocamento 75.000 66.000
Velocidade 25 nós 23 nós
Número de botes 23 20 (4 botes desmontáveis)
Compartimentos à prova d’água 17 16
Hélices 3 3
Passageiros e Tripulantes 3000 2223

E aí, o que pensar disso?

A origem e a história por trás da máscara do Anonymous

Nos últimos tempos, é bem provável que em algum momento você tenha ouvido falar do Anonymous, um grupo ativista que busca estabelecer uma liberdade online e também no mundo real, através de ações que buscam incentivar as pessoas a lutarem por interesses coletivos. O grupo tem como uma de suas marcas uma máscara que transparece certo ar de mistério, e que foi vista por muitos no filme “V de Vingança” (Produzido e roteirizado  por Andy Wachowski e Lana Wachowski, os irmãos que criaram MATRIX). É evidente que o Anonymous se inspira em muitas ideias apresentadas no longa-metragem, mas o que pouca gente sabe, é que a máscara não foi criada nesse filme e que há um grande contexto histórico por trás da imagem daquele rosto.

O filme dos irmãos Wachowsky é uma adaptação do romance homônimo “V FOR VENDETTA”, a graphic novel (romance gráfico) escrita por Alan Moore e desenhada por David Lloyd, e que foi publicada entre 1982 e 1988 no Reino Unido. A história do romance se passa em um futuro utópico (1997 – agora passado futurista alternativo), onde um partido com fortes tendências totalitárias consegue chegar ao poder após uma guerra nuclear, e inicia um regime fascista sobre todo o Reino Unido; a mídia é controlada, campos de concentração para minorias sexuais e raciais são criados, e agentes especiais são recrutados para fiscalizar o cumprimento de um toque de recolher. Nesse cenário opressor, surge um homem vestido de preto e usando uma máscara estilizada de Guy Fawkes , que inicia várias ações anarquistas a fim de desestabilizar o governo…

Uma das maiores fontes de inspiração dos autores, foi o governo conservador da primeira-ministra Margaret Thatcher (1979 a 1990),que ficou conhecida como “Dama de Ferro”, por conta de suas rígidas posições em relação aos sindicatos dos trabalhadores, por suas opiniões sobre a União Soviética, e pelas várias privatizações de empresas realizadas nos primeiros anos de seu governo. À propósito: foi no governo dela que ocorreu a “guerra das Malvinas”, em que a Argentina saiu derrotada.

Margaret Thatcher, a Dama de Ferro que recentemente foi vivida no cinema por Maryl Streep.

No entanto, fica evidente também a inspiração em outra figura histórica: Guy Fawkes. Esse é o nome. A máscara usada pelo personagem V é uma representação estilizada do rosto de Fawkes, e isso é claramente citado em diversas passagens da Graphic Novel e do filme. Mas quem foi este homem a final?

Guy Fawkes (também conhecido como Guido) foi um soldado inglês católico que participou da “Conspiração da Pólvora (Gunpowder Plot), que tinha como objetivo explodir o parlamento britânico durante uma sessão, em 5 de novembro de 1605. A intenção da conspiração liderada por Robert Catesby, era iniciar um levante católico contra a repressão do rei protestante Jaime I, matando-o junto de outros parlamentares protestantes, através da explosão que fora planejada. Guy Fawkes, que era um perito em explosivos, foi colocado para detonar os 36 barris de pólvora colocados sob o prédio do parlamento, mas por conta de uma informação vazada, Fawkes acabou sendo descoberto e preso, antes que o plano fosse posto em prática.

Retrato de Guy Fawkes, o rosto que inspirou a máscara.

Guy Fawkes foi preso, torturado e interrogado, e então condenado à forca, acusado de traição e por tentativa de assassinato dos parlamentares e do rei. A conspiração da Pólvora havia fracassado.

A captura de Fawkes é celebrada até os dias de hoje pelo povo inglês, na chamada “Noite das Fogueiras” (Bonfire Night), realizada em todo dia 5 de novembro. Nesse dia o rei ou a rainha participa de uma sessão especial no parlamento, e o subsolo do prédio é tradicionalmente revistado; nas ruas as pessoas fazem bonecos representando a figura de Fawkes e ao fim da noite o queimam (semelhante à queima dos bonecos de judas aqui no Brasil), e depois disso a população costuma soltar vários fogos de artifício.

Apesar do soldado ser tido como um “traidor” aos olhos do povo inglês, Moore e Lloyd  não tiveram receio de colocar um personagem inspirado na figura histórica de Fawkes para protagonizar sua obra. Mesmo sendo vista com maus olhos por alguns, aquela figura representa a luta do povo contra o totalitarismo e a opressão de governos e instituições. E justamente por conta da trama que envolve a retomada do poder pela população, que o Anonymous decidiu utilizar a máscara estilizada de Fawkes para representar seus ideais de liberdade, que por ironia, são também tidos (por alguns) como atos terroristas – assim como ocorreu na ficção.

Da próxima vez que você ver aquele rosto misterioso com bigodes e um sorriso sutilmente sarcástico, lembre-se que por trás dela não existe apenas a inspiração vinda de um filme de ficção… Por trás dela há história, há ideias, há conceitos, e, sobretudo, pensamentos sobre liberdade e justiça.

Remember, remember the fifth of November,
Gunpowder treason and plot.
We see no reason
Why gunpowder treason
Should ever be forgot!

Guy Fawkes, guy, t’was his intent
To blow up king and parliament.
Three score barrels were laid below
To prove old England’s overthrow.

By god’s mercy he was catch’d
With a darkened lantern and burning match.
So, holler boys, holler boys, Let the bells ring.
Holler boys, holler boys, God save the king.

And what shall we do with him?
Burn him!

NEVERMIND, do Nirvana, completa 20 anos!

Depois de um hiato de postagens construtivas, finalmente vem algo que valha a pena! Claro, eu não poderia deixar passar em branco esta data, em que este memorável álbum faz aniversário.

Há exatamente 20 anos, no dia 24 de setembro de 1991, o Nirvana lançava seu disco intitulado NEVERMIND, que causou grande alvoroço no cenário musical norte-americano dos anos 90, iniciando uma verdadeira corrida em busca de bandas grunge.

Com um carregamento inicial de cerca de 46 mil cópias, o album vendeu mais de 30 milhões de discos, e faixas como “Smells like teen spirit” e “Come as you are” elevaram a banda ao mainstream, influenciando o cenário musical de Seattle. Não por acaso, os albuns mais relevantes desse periodo foram de bandas de seattle, como Pearl Jam, Alice in chains, e Soundgarden.

Em comemoração ao aniversário de duas décadas do álbum, NEVERMIND está sendo relançado pela Universal em três versões diferentes: uma edição limitada Super Deluxe com quatro CD’s e um DVD, uma edição de luxo expandida com dois CD’s, e uma versão só com o álbum original remasterizado. E a novidade mais interessante, é que os relançamentos também sairão no formato de vinil , com 4 LP’s.

Entre as gravações inéditas estão as demos das músicas de NEVERMIND gravadas com Butch Vig (produtor) em seu estúdio;  gravações caseiras dos ensaios das músicas “Comes as You Are“, “Smells Like Teen Spirit“, e “On a Plain“; e pra finalizar,  gravações de aparições do Nirvana na BBC Radio, entre os anos de 1989 e 1991.

Para quem ainda não ouviu o disco, vale muito a pena achar as músicas e escutar o álbum que envelheceu bem durante esse tempo. Aliás, olhando a capa, vemos que as mensagens que ele passa, estão mais atuais do que nunca… No mais, vida longa a Nevermind!!

Você viu esta Bruxa??

Depois de uma década, a saga Harry Potter chega ao fim nos cinemas. E então temos aqui uma breve homenagem à série…

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VOCÊ VIU ESTA BRUXA??

Ela fugiu de Azkaban recentemente e está foragida. Esta Bruxa é extremamente perigosa, tomem cuidado! Ela é muito habilidosa na execução dos feitiços IMPERIUS e OBLIVIATE. Exímia especialista em Oclumência, ela também é quase invulnerável à ação da poção VERITASERUM.

Se alguém a vir, chame imediatamente um Auror do Ministério da Magia britânico. Não contate o Minstério da Magia brasileiro, pois comensais da morte estão infiltrados nele. Então dificilmente ele deterá esta Bruxa por seus crimes políticos.

[ATUALIZADO] Fontes seguras alegam que a marca do Lorde das Trevas foi conjurada nos céus de brasília. Segundo testemunhas, por volta das 10h da manhã desta quinta-feira, pôde ser avistado uma grande estrela vermelha com um número em seu centro, que aterrorizou ex-partidários de Você-Sabe-Quem. [ATUALIZADO]

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hsauhasuashuashsauhsa

Vamos lá Ministério da Magia! Prendam essa mulher! husahasusahuashuashshau

Origami: esqueça o que você aprendeu na escola

Origami.

Sim, origami.

Você já deve ter feito algum na sua vida. Desde um simples barco até aquele aviãozinho que nunca voa (os meus pelo menos não).

Já consegui a grande proeza de fazer um Cisne de 1500 peças, em que era intercaladas de 3 em 3. Mas não o fiz sozinha, pois tive ajuda de 3 primos para montar porque são 1500 peças!! haha

Cisne

Cisne de origami - Por mim

Origami é a arte de dobrar o papel criando figuras ou representações da realidade, sem cortar o papel ou colá-lo.

Há alguns tutoriais no google e no próprio youtube.

Dragão

Origami de Dragão

Existem os origamis simples, em que é usado apenas uma folha de papel e também há os modulares, no qual você usa vários papéis para formar uma figura.

O Tsuru é um exemplo de origami simples.

Você pode fazer origami com o papel que achar melhor. No entanto há papéis especiais ou melhores para a dobradura ficar mais firme e seu origami não amassar ou rasgar. O sulfite comum ou papéis de gramatura 75g/cm²são os melhores.

Uma dica é  ao escolher o papel verifique se é fácil dobra-lo e se o vinco permanece firme no lugar.

Diversos Papéis

O Star Origami (Origami Estrela) é do tipo modular. Já o fiz. É simples, com no mínimo 6 partes iguais, leva algum tempo, mas quando você termina e vê o resultado, com certeza vale a pena.

Deixo aqui alguns sites que tem tutorais de diversos origamis, desde os simples, até os mais complexos, boa dobra!

http://www.comofazerorigami.com.br/diagrama-origami-de-tsuru/

http://www.kamiarte.com.br/passo_a_passo.htm

By Lo

O espetáculo das estrelas

Não, eu não vou falar de apresentações de cantores pop, nem de astros de cinema siliconados. Eu vou falar agora sobre algo bem maior que tudo isso: o céu

Todo dia, toda noite, em cada dia de nossas vidas, a abóbada estelar que nos envolve nos presenteia com magníficas imagens. Mas, como vivemos em um mundo corrido, conturbado, repleto de problemas, raramente paramos para observar a natureza ao nosso redor – como diria a personagem da Morte no livro “A menina que roubava livros”, do australiano Markus Zusak:

“As pessoas só observam as cores do dia no começo e no fim, mas, para mim, está muito claro que o dia se funde  através de uma multidão de matizes e entonações, a cada momento que se passa.”

Quase nunca notamos as mudanças sutis que ocorrem na natureza, ao nosso redor, nos céus… Mas se tudo isso for compilado, esses pequenos momentos e detalhes acabam sendo elevados à enésima potência, dando uma proporção impossível de não se visualizar. E foi exatamente isso que um bando de loucos decidiu fazer, em momentos diferentes, mas com um resultado igualmente espetacular.

O primeiro vídeo é uma parceria entre o músico Tom Bailey e o astronomo e artista visual José Francisco Salgado. Os caras filmaram o céu visto do local de cinco observatórios ao redor do mundo, durante 15 noites.

Já esse segundo video foi realizado pelo fotógrafo norueguês Terje Sørgjerd, que passou uma semana no topo de ”El Teide”, a montanha mais alta da Espanha, nas mais hostis condições climáticas, para poder captar imagens espetaculares do movimento da paisagem naquele lugar.

Ao longo de 170 horas, o fotógrafo capturou imagens que foram usadas para montar o vídeo “A Montanha”, que mostra a evolução da Via Láctea vista naquela altitude  de 3.718 metros, nas ilhas Canárias, onde se localiza a montanha e o parque nacional de mesmo nome.

Esse mesmo louco também captou imagens em um parque nacional na Rússia, sob uma temperatura de – 25º celsius, só que desta vez foram imagens da Aurora Boreau:

E aí galera, diante de tudo isso faço a seguinte propósta: vamos passar a olhar mais para o céu??

Reflexos da Madrugada: Juliana Vieira e seus covers.

Lá estava eu acordado em plena madrugada (eu nunca consigo cumprir a promessa que faço a mim mesmo de que dormirei cedo algum dia…), e fiquei vegetando em frente ao pc em uma espécie de decadência cerebral, vendo clipes recentes de cantores falidos, e vi até um bom de Belle & Sebastian largado ali no meio. Foi quando então eu encontrei no youtube um video de uma menina que toca guitarra e faz diversos covers. Fui pesquisar mais sobre ela e tenho que confessar: achei sensacional!

O nome da menina é Juliana Vieira, tem 16 anos e mora em Santo André – Sp. Ela começou a tocar guitarra em 2008, e atualmente é guitarrista solo da Banda Eiffel.

Para divulgar seu trabalho, desde 2010 Juliana publica em um canal próprio no youtube suas versões na guitarra e no violão de dezenas de canções.

E agora eu tenho que afirmar: maldita seja Juliana e seu talento que me fez ficar grudado na frente do pc madrugada a dentro!!! hsuahsauhas XD

É fato que a menina tem muito talento, e por isso eu acabei ouvindo até um cover de Born This Way, da Lady Gaga!!!! (eu sinceramente não sou nada fã da Gaga, mas nessa versão a música pareceu ganhar um tempero a mais).

Aliás, vi e ouvi vários covers da Juliana e a variedade é enorme. Tem pra todo mundo! Desde Avril Lavigne, passando por Black Eyed Peas, até chegar a um saudoso Metallica.

Então decidi colocar aqui alguns que eu particularmente gostei: (Para não deixar a página entupida de players, decidi colocar só o link. Basta clicar sobre o nome.)

Eminen feat. Rihanna – LOVE WAY YOU LIE  (não tem Megan Fox no video… mas é muito bom! XD)

GUNS’N ROSES – Sweet Child O’mine

B.O.B feat. Hayley Williams – AIRPLANES

LINKIN PARK - Bleed it Out

Kings of Leon – RADIOACTIVE

NEON TREES – Animal

OneRepublic – ALL THE RIGHT MOVES

PARAMORE – Monster

Foo Fighters – WHEELS

E quem quiser, diz aí qual foi o cover que você mais curtiu.

Então é isso galera.

Cover de Crazy, Muppets, Gnarls Barkley… enfim: Ninet Tayeb

Eu estava perambulando pela net, quando vi no facebook de um amigo uma interessante versão da música “Crazy” do Gnarls Barkley.

A intérprete desse cover se chama Ninet Tayeb, uma cantora israelense que foi lançada no mundo da música pela primeira vez em 2003, no programa “Pop Idol” (uma espécie de ‘American Idol’ de Israel). Na época a aparição fez sucesso e a ajudou a continuar no ramo, até lançar finalmente seu disco de estreia em 2006 – que ganhou o disco de Platina e gerou 5 singles que estouraram nas paradas do país.

Depois do estrondoso sucesso, Ninet optou por um hiato musical, afim de relaxar e por seus pés no chão novamente. Seu segundo álbum só foi lançado em 2009, recebendo assim como o primeiro, um apoio esmagador da crítica especializada que apreciou muito seu estilo musical forte.

Atualmente ela está em turnê pela Europa e se prepara para o lançamento de seu EP em inglês.

Nesse clipe em questão, onde ela faz sua performance de Crazy, podemos ter uma pequena amostra de seu talento e de sua bela voz; além de uma excentricidade, pois ela divide espaço com bonecos que parecem os Muppets!! (A banda ficcional se chama “Red Band” e também é de Israel). Vale muito a pena conferir.

Cover de “Crazy”:

E pra quem ainda não conhece o trabalho do Gnarls Barkley, também vale a pena
ver e ouvir o trabalho dos caras. Eles são uma banda dos EUA que já ganhou até Grammy de melhor música alternativa do ano em 2007, e demonstram também uma forma ímpar de fazer música, com um estilo que mistura Rock, Soul e música eletrônica.

Eis aqui o clipe original
de “Crazy”:

Ah, e quem tem Facebook, pode acompanhar a Ninet Tayeb em sua página oficial lá:

https://www.facebook.com/ninetayebOfficial

Circular

Já está disponível na rede o primeiro trailer do filme CIRCULAR, longa-metragem
paranaense das produtoras Grafo Audiovisual e Processo Multi Artes , que ganhou
em 2009 o edital federal do Minc, para filmes de baixo orçamento.

O longa-metragem foi interessantemente dirigido e roteirizado por um quinteto: Adriano Esturilho, Aly Muritiba, Bruno de Oliveira, Diego Florentino e Fábio Allon; que se revezaram para contar uma história sobre “destinos” que se cruzam em um ônibus da linha “circular” (daí o título).

Na trama, as vidas de 5 pessoas se entrelaçam durante um assalto dentro do ônibus. Apartir daí o filme se dedicará a contar como foi o dia e como é a vida de cada uma daquelas pessoas, até o momento em que o crime é praticado.

No elenco estão grandes nomes como Letícia Sabatella e o uruguaio César Troncoso (“O Banheiro do Papa”, 2003). E além deles; Bruno Ranzani e Gustavo Pinheiro (como estreantes), Débora Vecchi (“Gol a Gol”, 2010; “Nosso Lar“, 2010 – Dublagem), Luiz Bertazzo (“Gol a Gol”, 2010; “400 Contra 1 – Uma História do Crime Organizado”, 2010), Marcel Szymanski (“Estômago”, 2008; “400 Contra 1”, 2010), e Santos Chagas (“Sol na Neblina”, 2009).

O filme ainda não tem data de estreia em circuito comercial.

Veja abaixo o trailer, e também acompanhe o Site Oficial e o Facebook Oficial do filme:

Site Oficial http://circularofilme.com/

Facebook https://www.facebook.com/pages/Circular/202709916431387?ref=ts

Assista ao teaser trailer de “As Aventuras de Tintin”

Foi divulgado o primeiro trailer da versão cinematográfica do famoso desenho “As Aventuras de Tintin”. O filme é uma animação criada apartir da captura dos movimentos de atores reais (como Andy Serkis, o Gollum do Senhor dos Anéis), dirigido por Steven Spielberg e produzido por Peter Jackson.

Assista ao trailer:

O visual ao menos está espetacular, e se manter o nivel das obras originais de Hergé, virá coisa boa aí!

O filme estreia em 23 de dezembro nos EUA.

Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 1

    

     O filme começa. Vemos os Dursley deixando com pressa o Nº 4 da rua dos Alfeneiros, enquanto Harry observa com nostalgia os cômodos vazios da casa dos tios onde passou grande parte de sua vida. Vemos Hermione tomar uma atitude difícil e corajosa, para manter seus pais seguramente afastados do conflito que bate à porta; ela utiliza um feitiço para apagar memórias, e a câmera passeia pelos porta-retratos da casa ao passo que as imagens da existência da garota vão desaparecendo, assim como as lembranças que o casal tem dela. Então vemos uma reunião dos Comensais da Morte, onde Voldemort assassina uma professora de ‘Estudo dos Trouxas’ que pouco antes estava sendo torturada; o corpo tomba sobre a grande mesa e a câmera nos mostra uma lágrima escorrendo dos olhos abertos e sem vida da mulher. A cena choca. A sala de cinema fica em silêncio absoluto por alguns instantes. Nunca se vira uma cena de violência tão bruta na série, e todos tem certeza de que “Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 1” é diferente. O filme pega tudo aquilo que foi construído em “O enigma do príncipe”, e eleva a uma alegoria da paranóia e do medo que acompanham as sociedades contemporâneas.
    
     Com mais tranquilidade ao adaptar um livro em duas partes, David Yates cria cenas maiores, mais lentas e muito melhor trabalhadas. Utilizando câmeras de mão “nervosas” e planos bem abertos, o diretor consegue mostrar o nervosismo e a solidão dos personagens num mundo grandioso e austero. Tudo acompanhado pela trilha sonora de Alexander Desplat, que pode até não superar John Willians, mas realiza um trabalho muito digno, com composições que variam entre o sombrio e o excêntrico; e mesmo naquelas faixas mais “alegres” percebe-se uma melancolia velada, que mantém a noção de que nada realmente está bem. Além das músicas instrumentais, Desplat utiliza uma música de Nick Cave “O’Children”, canção que fala sobre crianças crescendo e enfrentando um mundo cruel, e que embala um momento de descontração entre Harry e Hermione.
     A direção de arte continua muito primorosa com seus cenários grandiosos ou mais singelos, como o Ministério da Magia ou o pequeno vilarejo de Godric Hallows. Junto a isso temos a fotografia de Eduardo Serra, que investe em tons opacos, sombrios e frios, que resaltam a jornada insólita dos personagens por lindos cenários naturais.
     Toda essa solidão transparece pelo olhar dos personagens que ganham muito mais carga emocional. Dentre os atores do trio protagonista, Daniel Radcliffe é o ponto mais fraco, com uma atuação que ainda soa artificial em alguns momentos. Rupert Grint já demonstrou uma boa evolução, entregando uma atuação mais sólida, com seu Rony repleto de emoções. Mas Emma Watson é sem dúvida a que mais se destaca, pois seu personagem pede isso; Hermione é quem guia eles pelo mundo trouxa, e mantém a sobriedade nos momentos de maior dificuldade. Chegou a vez dela pôr em prática tudo o que aprendeu nesses anos de estudo, e ela não decepciona apesar da grande pressão que sofre no mundo desolado que a cerca.
     Apesar de serem breves, as aparições dos coadjuvantes que são na maioria veteranos, sempre são ótimas. Seja na loucura de Helena Bonham Carter como Bellatrix, ou na excêntricidade de Rhys Ifans
como Xenofílio Lovegood. Palmas também para Hazel Douglas, que consegue sem falar praticamente nada, interpretar de forma sombria a historiadora Batilda Bagshot.
     
     Relíquias da morte sem dúvida é um filme à parte na saga de Harry Potter. A ausência de Hogwarts nos faz adentrar praticamente em uma outra realidade, e os feitiços que lá no início soavam tão inocentes e escassos, agora são utilizados contantemente para a auto-defesa e também para solucionar problemas que aparecem aos montes.
     O medo e a paranóia tomam conta de todos e Steve Kloves soube trabalhar muito bem com isso no roteiro. Os membros da Ordem da Fênix temendo impostores disfarçados, fazem uns aos outros perguntas frequentes que só eles próprios saibam; enquanto Rony vive grudado em um rádio, esperando com angustia que os nomes de seus familiares não constem entre as vítimas do poder crescente das trevas.
     O discurso de oposição do Ministro da Magia de nada adianta, pois o mesmo acaba por ser assassinado e o Ministério é tomado por Voldemort, que inicia uma era ditatorial que muito lembra o nazismo: perseguições, torturas e assassinatos aos bruxos de sangue impuro; julgamentos sem provas e uma forte propaganda “Anti-Mestiços” aos moldes da publicidade nazista capitaneada por Goebbels. Tudo isso acompanhado de um falso discurso de normalidade que todos sabem que não há.
     O clima de guerra é evidente neste filme e uma cena em especial chama a atenção: o ataque dos agentes disfarçados no Café em Londres, que lembra muito um ato de terrorismo. A própria luta em si não remete a um duelo mágico, mas sim a um tiroteio com armas de fogo. Dessa forma vemos nas telas apartir da fantasia, uma analogia dos medos que são tão reais em nosso mundo, principalmente nos países que possuem conflitos separatistas ou que sofrem com atentados de radicalistas islâmicos.

     Num filme repleto de tantas baixas, uma em especial se destaca e ocasiona um dos momentos mais tocantes da série, logo na parte final. Esse momento simboliza a morte da ingenuidade, representa uma página virada sobre qualquer esperança de comodismo. Esse parece ter sido o o climax ideal, o ponto perfeito para se dividir o livro nas telas.
   
     Harry Potter e as Relíquias da Morte – parte 1 consegue ser maduro, frio, assustador e hostil, ao mesmo tempo que consegue nos fazer rir e lembrar com nostalgia dos velhos tempos. É um filme completo, que consegue balancear inúmeros elementos e nos faz finalmente perceber o inevitável:
  
     Agora só falta mais um.

Tropa de Elite 2 – o inimigo agora é outro

Quando José Padilha confirmou uma continuação para o seu sucesso “Tropa de Elite”, confesso que me desanimei. Acreditava eu, que se tratava de mais uma tentativa mercenária de lucrar dinheiro em cima do sucesso e da qualidade do primeiro filme, e eu duvidava que o resultado pudesse ser bom, apostando em um segundo episódio totalmente fracassado. Porém, depois de assistir ao “Tropa de Elite 2 – o inimigo é outro”, tenho o prazer de admitir que eu estava totalmente enganado.

 Na trama desse segundo filme, mais de uma década depois do primeiro, encontramos um Roberto Nascimento que agora é Tenente-Coronel do BOPE, que se separou de sua mulher e vive uma relação difícil com seu filho adolescente. Em meio a tudo isso, ele tem que encarar de frente o problema da segurança pública no Rio de Janeiro, mas agora de uma outra perspectiva: como Sub-secretário de segurança.

     Tropa de Elite 2 é acima de tudo um filme mais maduro que seu original. Não se trata de uma mera continuação, mas sim de uma evolução, de uma virada de mesa em tudo que Padilha tinha exposto no primeiro filme. E boa parte disso se deve ao belíssimo roteiro escrito pelo próprio José Padilha em parceria com o genial roteirista Bráulio Mantovani (Cidade de Deus). Se antes tínhamos certeza do caminho a se seguir para combater a criminalidade, agora aquele caminho se torna mais incerto.

     A parte técnica é sensacional, se igualando (e até ultrapassando) vários filmes americanos do gênero. A direção não poderia ser mais segura, com cenas sólidas que trazem um tom severamente real. Os efeitos especiais dão outro show – Padilha chamou a equipe de efeitos de “Falcão Negro em Perigo” de Ridley Scott – e toda a ação mostra um nível raro de se conseguir no cinema nacional. Além disso, outro aspecto que deve ser elogiado é a bela fotografia, com seus planos sempre bastante esclarecedores e seus belos sobrevoos de câmera.

     Vários personagens retornaram do Tropa de Elite original e mais um punhado deles é adicionado na trama, entre eles o personagem Diogo Fraga, interpretado de forma impressionante pelo ator Irandhir Santos, que cria um personagem com várias camadas de profundidade. Fraga é na realidade o contra-ponto ao Coronel Nascimento; ele é um homem que busca por meio da legalidade, sem violência, combater as mazelas da nossa sociedade, e é um ferrenho crítico da polícia, em especial do Batalhão de Operações Especiais. Diogo Fraga é apresentado ao público como um “intelectualzinho de merda”, como diz o próprio Nascimento, mas com suas atitudes consegue ir aos poucos mostrando outras facetas bem mais agradáveis - principalmente na parte final – por ser uma saída limpa no meio da sujeira que cerca o longa.

Diogo Fraga (Irandhir Santos) como um defensor dos direitos humanos: uma das melhores atuações do filme.

    Mas não pensem que esse filme é um exemplar “politicamente correto”, longe disso! Ele mantém as suas convicções, mas tudo é elevado a um patamar bem maior, em todos os sentidos. Vemos a carnificina dentro de Bangu I, a ação sanguinária das milícias dentro das favelas e claro, as atitudes traiçoeiras do meio político.

Alías,  concordo quando dizem que esse filme deveria ter sido lançado antes das eleições para deputado estadual e federal, pois o impacto que o longa causa em quem assiste poderia ser capaz de mudar o rumo das votações.

     Mas em Tropa de Elite ninguém é melhor que o maior anti-heroi do cinema brasileiro. Wagner Moura mais uma vez encarna o policial problemático, mas desta vez ele faz tudo com uma maestria digna de aplausos. Se no primeiro víamos um Capitão Nascimento de postura ereta e voz viva e agressiva, agora vemos um Coronel Nascimento de postura curvada e voz cansada. Nascimento está mais velho, mas seus questionamentos sobre o Sistema e seus problemas pessoais estão maiores ainda. Ao jogá-lo fora de sua área de trabalho, colocando-o como Subsecretário da segurança carioca, o personagem ganhou mais complexidade e passa também mais complexidade para o longa, pois na condição de um “ peixe fora d’água” suas próprias ideologias são montadas e desmontadas durante todo o filme. Com uma teia de tramas muito bem tecidas, Tropa de Elite 2 vai crescendo a cada minuto, até que no terceiro ato o Coronel Nascimento gera um instante de catarse ao povo brasileiro, ao espancar um político corrupto. Ali sentimos toda a intensidade do personagem, sentimos vir à tona a raiva que ficara contida todo aquele tempo. Uma atitude que sem hipocrisia, todo brasileiro comum gostaria de tomar.

Wagner Moura como Nascimento: uma construção de personagem como poucas vezes se viu no cinema nacional.

Wagner Moura como Nascimento: uma construção de personagem como poucas vezes se viu no cinema nacional.

     Ao final temos cenas geniais que terminam de abrir os olhos até do espectador mais alienado, e a cena da câmera sobrevoando Brasília, com a narração em off de Nascimento é um exemplo disso. Diante da constatação sombria do personagem, sentimos a mesma impotência que ele, mas também aguçamos nosso senso crítico.

     Tropa de Elite 2 é sem dúvida o melhor filme do cinema brasileiro e uma das grandes produções no cenário mundial. Um filme cru, direto e verdadeiro, que toca na maior ferida de uma nação. Depois de uma sessão de Tropa de Elite 2, vale também fazermos uma outra constatação – esta bem mais animadora: o cinema brasileiro nunca foi tão bom.

O Último Mestre do Ar

Quando sairam as primeiras imagens do novo filme de M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido) houve desconfiança de meio mundo. Mas tão logo saiu o primeiro trailer, a desconfiança deu lugar a expectativa. As imagens eram belas e tudo parecia caminhar para o início de uma nova série épica… E então “O Último Mestre do Ar” (The last Airbender, EUA, 2010) estreia nos cinemas e chegamos a uma infeliz constatação…

“O Último Mestre do Ar” é baseado na série de desenhos animados da Nickelodeon, chamada “Avatar: The last airbender” ( no Brasil, ‘Avatar: a lenda de Aang’), que foi lançada em 2005 e recebeu muitos elogios de público e crítica. Vendo no sucesso da série um modo de reerguer seu status em Hollywood, Shyamalan embarcou nesse blockbuster que difere completamente de seu estilo.

A trama se passa em um mundo dividido em 4 grandes povos: a Tribo da Água, a Nação do fogo, O Reino da Terra, e os Nômades do Ar. Em cada povo existe um grupo especial de pessoas capazes de dominar seu elemento de origem. E dentro desse mundo, existe o Avatar, que é o único capaz de controlar os 4 elementos e assim manter a paz no mundo. Acontece que o Avatar desaparece por 100 anos, e o mundo se encontra em uma guerra iniciada pela Nação do Fogo, que pretende dominar todos os outros reinos. No auge do conflito, dois irmãos da tribo da água do sul acabam encontrando dentro de um iceberg o Avatar desaparecido; um garoto dominador de ar de 12 anos chamado Aang, e que é o último representante de seu povo que foi exterminado. Então a missão dele é aprender os outros elementos, afim de acabar com essa guerra que já dura um século…

O filme é corrido; seu roteiro atropelado não dá espaço para desenvolver muito bem nenhum dos personagens. Tudo parece um grande tour sem sentido, um roadmovie onde o espectador se torna uma ameba passiva. Desde o início o longa insiste em ficar explicando excessivamente as coisas, e Shyamalan quebra assim uma regra básica do cinema: contar uma história através de imagens, não através de letreiros. Talvez tudo isso se deva ao grande volume de informações, pois o primeiro volume da série compilava algo em torno dos 500 minutos. Colocar tudo isso em um filme de 1 hora e meia seria impossível, e por isso mesmo tudo parece sempre tão… solto.

Os atores são na maioria péssimos e quem se salva é Shaun Toub, que interpreta o general Iroh. O trio de protagonistas é muito inexperiente, e o ator Noah Ringer só foi escalado para viver o Aang por saber artes marciais.

As coreografias dos dominadores tem alguns bons momentos, mas na grande maioria são ridículas, exageradas.
E os efeitos não acompanham os movimentos pouco naturais.
Aliás, os efeitos visuais variam entre o péssimo e o bom, com destaque para os bons efeitos do Appa, o bisão voador do Avatar.

A trilha sonora é boa em alguns momentos, mas não está sincronizada com aquilo que se vê na tela.
A ação quando ocorre é boicotada pelo próprio diretor, que optou por planos longos e abertos, que praticamente anulam qualquer emoção nas batalhas. Claro que ninguém gostaria de algo como um ‘Transformers’ da vida, com aquela edição convulsiva, mas alguns cortes cairiam bem nas cenas de ação.

Se existe algo realmente bom neste filme, certamente são os cenários belíssimos. Shyamalan conseguiu recriar um mundo de muitas belezas naturais, usando locações reais combinadas a cenários digitais. O resultado final ficou muito bom.

Acho que é impossível falar de um filme desse sem fazer comparações com a animação. Claro que alguns fãs Xiitas vão encontrar defeitos até na cor dos olhos do personagens, condenando o filme simplesmente por não ser uma mimica 100% fiél ao desenho. É preciso dizer que o filme teve vários momentos bastante fiéis ao original, mas talvez a essência tenha se perdido.

Avatar era um desenho que apesar de ser voltado principalmente ao público infantil, possuia bastante maturidade. A trama sempre buscava ser inteligente, com personagens sempre profundos e carismáticos. No filme a inteligência do espectador, independente da idade, é muito subestimada com situações e diálogos risíveis.

A personagem Katara, interpretada no filme por Nicola Peltz, passa longe da decidida garota do desenho, que apesar de tentar se manter sólida por fora, guarda em seu íntimo a insegurança comum em qualquer garota. Já o irmão dela, Sokka, interpretado por Jackson Rathbone, no filme não passa de um mero figurante. No desenho Sokka era o centro cômico, mas também era o símbolo de uma coragem ingênua, sendo teimoso e muitas vezes machista.

Aang, o protagonista, era na animação um personagem que possuia uma alegria notável; corajoso e centrado, também possuía momentos muito profundos na série. No longa ele se torna apagado, sempre sério, pouco convincente.

Na série, sem dúvida alguma um dos personagens mais complexos é o príncipe Zuko. Interpretado no longa pelo ator Dev Patel (Quem quer ser um milionário?), é talvez um dos poucos personagens que manteve suas principais características. Orfão de mãe, renegado pelo próprio pai que o feriu e com a obstinação em capturar o Avatar, Zuko se torna um personagem trágico que pode causar encantamento ou aversão.


Outro ponto de destaque na animação, era a mitologia incrívelmente vasta e complexa do mundo do Avatar, contando a história da história, construindo caminhos bifurcados que no final acabam por se ligar novamente. Mas no longa-metragem fica difícil mensurar tudo isso, principalmente pelo pouco tempo de duração.
Muitos personagens interessantes e alguns até fundamentais foram ceifados do roteiro, como as Guerreiras de Kyoshi e o Avatar Roku; este último protagonizando no desenho momentos tocantes e épicos, em todas as vezes em que se encontra com Aang no Mundo Espiritual.

Aliás, Shyamalan perdeu a chance de colocar nas telas um dos momentos mais interessantes da primeira temporada, quando Aang entra no mundo espiritual em busca dos espiritos da Água e do Mar, e se encontra com Koh. Esse é um espírito antigo conhecido como “O ladrão de rostos“, e Aang deve interrogá-lo sem demonstrar emoções, pois caso contrário, Koh roubaria seu rosto.

No geral, O Último Mestre do Ar talvez seja a adaptação mais fiél de um desenho já feita, mas o maior problema é que tudo parece ter sido arquitetado e amarrado de maneira incorreta. Vítima do estúdio e de seu próprio ego, Shyamalan decidiu por retirar muitas cenas boas na ilha de edição, afim de fazer um filme conciso de 90 minutos. Talvez se tivesse as mantido, a história fosse diferente… ou não.

O Último Mestre do Ar deve agradar muito as crianças, cujas as exigências são bem menores. Mas em tempos onde a Pixar entrega ótimos trabalhos, é insatisfatório um filme feito para os menores e que não possua tanto brilhantismo.

Quem não conhece a animação, vale muito a pena conferir, independente da idade. Garanto que depois de completar sua jornada na saga do verdadeiro Avatar, ficará com a mesma sensação que eu:

No final das contas, fomos todos enganados pelo Sr. Noite.

Veja o trailer enganador:

Felipe Neto, faz sentido sim! (ou não?)

Se você esteve presente no planeta Terra nos últimos meses, provavelmente deve conhecer o ator Felipe Neto, que ganhou fama em seu Vlog ao comentar de forma ácida e bem humorada assuntos modinhas que inundam o mundo pop.

Depois de vários videos falando sobre Crepúsculo, Fiuk nepotista, Justin biba Bieber e Colírios da Capricho - entre outros – uma menina alienada de 13 anos decidiu “contra-argumentar” o Felipe Neto. O resultado?

Um video postado no youtube, capaz de fazer rir e causar vergonha alheia até nos mais insensíveis.

Veja: 

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>> “Os meus videos faz sentido sim! Os meus videos faz sentido!”  [essa só deve tirar notão em português! Purque as palavra ki ela diz saum di mta sabedoriah]

>> “O quê que você é? O que você é pra falar de Fiuk, porra?” [O que ele é? Não sei, talvez ele seja uma rocha ou uma árvore. Mas se a pergunta fosse 'Quem você é?', daí ele poderia te responder que é um ator. ¬¬ ]

>> “A maioria dos filmes que eu já vi são baseados em feitiços, coisas não verdadeiras, como Crepúsculo” [Ela não quis dizer 'fictícios' ?? Por que se for isso... naum me diga!!! Pensava que a Terra-Média era real!! ]

>> “Você tem toda essa platéia de Fiuk?” [Quantos "Fiuk" ela conheçe? ]

>> “Você é tão bonito quanto vida de garoto?” [Que eu saiba o Vida de Garoto é um programa de tv... Como alguém pode ser mais belo ou feio que um programa de tv? Galera, eu sou mais bonito que o Domingão do Faustão! ]

>> “Você é um olho gordo!” [Cara, essa é nova pra mim. Costumava-se dizer que as pessoas tinham olho gordo, mas daí pra se tornar um olho gordo em pessoa... ]

>> “Acorda pra vida, você tem quase 30 anos porra!” [Exatamente! É por isso mesmo que ele não gosta dessas coisas. O dia em que eu ver um homem de 30 anos gostando de Fiuk e Justin Bieber, eu perderei a fé na humanidade. ]

>> “Você é um ogro sem coração” [Sim, tanto é que vai emprestar sua voz em 'Shrek 4.5: o retorno'. ]

>> “E a sua inveja faz com que… dá muitos…pessoas vendo seu video porque,porque tu é um ogro”" [WTF? ]

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Pois é, parece que o que realmente não faz sentido  é esse video, digno de uma fã histérica e acéfala.

Porra Felipe Neto, o que é essa porra que você tá fazendo com essas porra de video? Hein, Porra!!??

E se Crepúsculo fosse feito para os garotos??

Quase como um adendo ao post anterior, venho com um video muito… “visionário”.

A situação proposta é a seguinte: Se em vez de ser pensado para agradar um público feminino, Crepúsculo fosse feito para agradar o público masculino?

O video não possui nenhum tipo de aprofundamento, mas faz uma boa sátira sobre os filmes e sobre o comportamento das meninas ao ver os longas da “saga”.

E se Stephenie Meyer tivesse escrito Harry Potter…?

As comparações entre Harry Potter de J.K. Rowling, e Crepúsculo, vivem acontecendo. Diante disso, surgiu-me um pensamento extremamente bizarro:

E se tivesse sido a autora de Crepúsculo, a criadora de Harry Potter?

Bem…

- A série se chamaria “The Harry Potter Saga”, e encheria linguiça com seus intermináveis 14 volumes.

 - Harry tomaria anabolizantes de cavalo apartir do segundo volume, afim de ficar bombado igual um sapo chileno.

 - Sem motivo aparente, Harry tiraria a camiseta todas as vezes em que enfrentasse Lord Voldemort.

 - Stephenie Crossfox Meyer seria criticada por Stephen King, e mesmo assim ela diria que sua série é melhor que toda a obra de Tolkien. Os fãs da literatura erúdita de Meyer diriam desconhecer a existência de Stephen King e  J. R. R. Tolkien.

 - Hermione seria incondicionalmente, irrevogávelmente, inexplicávelmente, histéricamente, uma “Maria-Quadribol” songa-monga e alienada.

 - Durante o renascimento de Voldemort, Rabicho geraria o feto do Lorde das trevas em seu útero[?]. Rabicho beberia sangue de unicórnio com canudinho, fortalecendo assim o pequeno Renesmee Voldy.

 - Na hora do parto, a cena seria descrita quase como um quadro do “Zorra Total”. Voldemort rasgaria a barriga de Rabicho e faria sozinho sua cesariana, sem o mínimo cuidado com a higiene do local.

 - Após seu retorno, Voldemort se juntaria aos seus Comensais da morte. Mas em vez de usarem suas usuais vestes de bruxo, eles usariam roupas repletas de babados e pingentes, se assemelhando mais a bonecas de porcelana japonesa que a bruxos das trevas.

 - Lúcio Malfoy seria um simples médico, e impressionantemente também o homem mais rico do universo.

 - A fênix de Dumbledore não pegaria fogo nem renasceria; na verdade pareceria uma Cacatua. Afinal de contas, qual o problema de descaracterizar um dos mitos mais antigos do mundo? A Meyer é deusa e ela faz do jeito que ela quiser!

 - Lupin seria um licantropo muito forte e atraente, que nas horas vagas participaria de concursos de fisiculturismo em Durmstrang.

 - “O Profeta Diário” seria nos moldes da revista “Capricho”.

 - Rony faria belas canções sobre a beleza sutil dos absorventes usados de Hermione. Ela suspiraria de paixão.

 - Voldemort não teria matado seu pai por odiá-lo, e sim por amá-lo platônicamente[???].

 - Harry abandonaria Gina no meio da floresta, alegando que ela estaria mais segura em meio a centenas de comensais da morte, que ao seu lado.

 - Na batalha final, repentinamente Voldemort desistiria de matar Harry e todos terminariam felizes, tomando hidromel no “Três Vassouras”.

 - O último livro seria relpeto de descrições doentias de sexo sado-masoquista, o que levaria fãs gordinhas e/ou virgens a alegar que se tratava da série mais madura e bem construída da literatura de fantasia.

 - No final da saga, Harry e Gina viriam ao Brasil para passar sua Lua de mel, escolhendo de preferência alguma praia do leste de Buenos Aires. Conheceriam as milhares de tribos indígenas que povoam o litoral brasileiro e que idolatram um deus Hipogrifo macabro. E claro, não iriam embora sem antes caçar alguns Pumas na nossa extensa e conhecidíssima Savana.

Afinal de contas, não seria uma obra “genial”?

Se você tem mais alguma idéia de como seria essa salada, diz aí!

Obs: Esse artigo não tem a mínima pretensão de te fazer rir, nem a sua mãe. Alías, o conteúdo acima poderia muito bem ter vindo de alguma página do Desciclopédia.

by J. C.

Pedro Bandeira diz que o novo filme da Xuxa, vai bater Avatar!

Isso é a coisa  mais insana que eu já vi!

Pedro Bandeira, autor em momento acéfalo

O autor Pedro Bandeira, em entrevista ao G1 afirmou que o novo filme de Xuxa – Xuxa e o mistério de feiurinha -, baterá a mega produção Avatar, de James Cameron nas bilheterias!!

Bosta

É rir pra não chorar. É por essas e outras, que o cinema brasileiro, se mostra por vezes empacado.

Só comparem:

Avatar

Xuxa e o mistério de feiurinha

Só um aviso pra Xuxa: filme infantil não é sinal de burrice, vide as animações da Disney.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Cinema/0,,MUL1426203-7086,00-AUTOR+DE+FEIURINHA+APOSTA+QUE+FILME+DE+XUXA+VAI+BATER+AVATAR+NAS+BILHETERIA.html

Documentário sobre Robert Pattinson… aff

Quando li há algum tempo, que seria produzido um documentário sobre o ator Robert Pattinson, astro da  série de filmes amadores Crepúsculo, a minha primeira reação foi rir. Não por ter haver com Twilight, mas porque um documentário sobre o Pattinson é algo totalmente desnecessário.

robert-pattinson-dvd[1]

Disponível já no dia 10 de novembro para vendas, o documentário é sem dúvidas um caça-níqueis de meninas histéricas, que dariam a alma para passar 15 minutos ao lado do ator. O filme que se chama Robsessed, conta um pouco sobre a filmografia(?) do ator, mostrará imagens inéditas dele, e um pouco de sua vida será exposta, apartir de entrevistas com amigos e cineastas.

Sinceramente, isso é o cúmulo! Robert Pattinson não merece um documentário, simplesmente porque ele não fez nada para merecê-lo.

Até Kristen Stewart mereceria um documentário, até Taylor Lautner (que é bem mais carismático que o Robert) mereceria um documentário, mas Pattinson não. O ator conta apenas com uma lista risível de filmes em que participou, sendo o mais importante deles (antes de crepúsculo), o filme Harry Potter e o cálice de fogo.

Alias se têm alguém que merecia um documentário, esse alguém é Dakota Fanning, que estreia na saga, mas que tem uma das filmografias mais longas do próximo filme Lua Nova. Apesar de nos últimos dois anos, ela ter escolhido filmes de caráter dúvidoso para participar (como Jumper, por exemplo), ela ainda é uma excelente atriz, apesar da pouca idade.

Infelizmente, como o dinheiro fala mais alto, um documentário sobre o “Roberto” é a melhor opção para produtores que querem ganhar dinheiro fácil. Não tiro a razão deles também… afinal, se não existisse um público que engole qualquer coisa, esse tipo de produto não iria render tanto.

Cai palanque onde estava o governador do Paraná.

Nesta quinta-feira, Roberto Requião, o ditador governador do Paraná, sofreu um pequeno acidente de “percurso”.

O governador participava de uma cerimônia de entrega de ônibus escolares, na cidade de Paiçandu, próxima a Maringa, quando o palanque onde ele estava desabou. Requião (sim, aquele mesmo que subia no palanque com o diabo XD) sofreu apenas uma luxação no pé esquerdo, mas outras 24 pessoas ficaram feridas.

Veja:

Em outra reportagem, apareceu uma cena com o Requião caído no chão… não pude deixar de exibir um leve sorriso. KKK

Agora se você boiou com as parênteses no post “(sim, aquele mesmo que subia no palanque com o diabo XD)”, aqui vai uma explicação.

Há alguns anos, durante a campanha eleitoral, Roberto Requião deu uma entrevista dizendo que subia no palanque com o diabo… confira o video:

Bem, acho que ele veio cobrar do nosso querido ditador…  :P

hasuhasu

Justiça tira videogame de garoto no Canadá

Sim, é isso mesmo.

A justiça do Canadá decidiu confiscar o console Nintendo WII de um garoto de 12 anos, por causa de seu mau comportamento. Segundo um jornal local, o  “Winnipeg Sun”, nos últimos  meses o jovem enfrentou várias acusações judiciais.

Em fevereiro desse ano, por exemplo, o garoto foi detido depois de ter quebrado os vidros da porta da sala de seu colégio, utilizando uma meia cheia de pedras.

foto do videogame

foto do Nintendo Wii

Segundo o juiz que aplicou a pena, o menino está fora de controle, e apreender seu videogame seria uma maneira de colocá-lo na linha. Assim, o garoto só vai conseguir jogar “BEN 10″ se tiver um comportamento bom.  XD

Ah, se a moda pega!

[REC]² só em 2010

pôster de [REC]²

 

Infelizmente, [REC] 2 só chega aqui no Brasil em 2010. Mais precisamente em 26 de Fevereiro de 2010.

O filme de terror espanhol, dirigido pelos diretores Jaume Balagueró e Paco Plaza, está sendo bastante elogiado e promete ser tão bom quanto primeiro

 

O primeiro filme, de 2007, se tornou um grande sucesso e foi até premiado em alguns festivais de cinema.

Curiosidade: [REC] fez tanto sucesso, que acabou ganhando logo em seguida um remake descarado produzido por hollywood, chamado “Quarentena”. O filme americano não acrescenta nada ao original, e apesar de ter tido uma produção mais elaborada, na minha opinião não supera o filme espanhol.

Se você ainda não assistiu nehum dos dois, assista primeiro ao [REC]. Pois o choque inicial do filme original é inigualável.